14 novembro 2012

Desabafo

Contado por Nana Maia às 15:15
Reações: 

Existe vida na minha vida... Sim, isso mesmo que quis dizer. Eu vivo, e não somente vivo para mim, mas também para os outros. Sou uma esponja emocional de 1,55 m. Troco minha felicidade pela sua facilmente se você for querido para mim. 
Me preocupo, me dedico, me entrego... isso pode ser visto como qualidade pelos amigos, pelos namorado, pela família... mas e por mim? Como vejo? Melhor, como sinto?

Se didicar significa muitas vezes abrir mão de si próprio.

Ver o outro feliz te deixa feliz. Mas e ver triste? Te deixa pior... No fim das contas você não sabe o que te abala, qual dos vários problemas e/ou fatores te desestabilizaram.

No final das contas pode ser que precise de um psicólogo, ele pode me ajudar a organizar as gavetas, pode me mostrar o que não não vejo e o que não quero ver...

Às vezes gostaria de ser mais alheia ao mundo, daquelas desligadas que nada notam e vivem suas vidas como deve ser. Mas não é assim comigo. Eu sinto a sua dor e não vou ignora-la; eu sinto sua tristeza, suas dúvidas, sua angústia; vou me oferecer para ajudar, ou para te ouvir... 
Se estiver feliz acho que você vai notar... eu vou rir com você, transparecerá minha felicidade, sou bem transparente com meus sentimentos.

Outra coisa a levar ao divan.

Minha transparência. 

Minha irritação irá te atingir, minha tristeza, minha felicidade e minha calma. Nesse momento a esponja se torce e tudo o que sugou "respinga pra todo lado".

Acho que posso vir aqui e despejar coisas sobre mim, o necessário para várias páginas de lamúria. Melhor aqui que na timeline do facebook... acredito eu. Aqui lê quem quer.
Mas tenho uma teoria sobre por em palavras os sentimentos. Funciona!
A mente se esvazia, você se acalma e retoma de onde parou o que devia estar, de fato, fazendo. 
Escrever é terapia...

Pode ser que precise escrever ao invés de ir ao pscicólogo.

É mais barato!


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